quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Você Gosta de Abusar as pessoas ? KK' Então leia isso ...

   51 maneiras de abusar no MSN


1°- Fique entrando e saindo com o nick escrito: To te vendo.

2°- chame um monte de gente em uma conversa

3°- Diga Oie td bem... Quando a pessoa te responder fale: Quem é você o que faz no meu msn.

4°- Começe a contar uma historia e du nada para e pergunta se ela gosta de banana

5°- Tudo o que a pessoa falar você responde: Sério não diga.

6°-Chame a atenção de alguém e grite TERREMOTO

7°- Coloque a mesma frase que a pessoa e a mesma foto e finge ser ela

8°- Quando o status da pessoa tiver ocupado ou algo assim,fica mandando a frase: "eu sei o que vc ta fazendo"

9°- Fala mal da pessoa pra ela mesma depois escreve: Ops janela errada

10°- Fale que viu a pessoa fazendo
algo que ela não fez e insista nisso até ela perde a linha...


11°- Escreva Gooooooooool no nick e fika entrando e saindo(no dia que nO tem jogo) e quando vierem te pergunta gol de quem você responde: Mas tu é curioso hein!? ou Do meu gato ele ganho de mim de 3 a 0.

12°- Tdu que a pessoa fla no msn você diz: Mas falandu nisso você vem sempre aki?

13°- Finje que ta brava(o) com a pessoa e faz a pessoa ficar preocupada e depois de ocupar metade do tempo dela vc diz: Oxi pq vc ta achanduh que to brava(o) com vc?

14°- Fla pra pessoa que você está xateada pokê ela no te dá atenção e depois de um tempo pergunta: Ouw cê é idiota fik perdendo tempo comigo....

15°- Fla pra pessoa liga a TV que vc está aparesendo num programa i quando a pessoa vier pergunta cadê você, você responde: não era eu não é que a ele(a),é mtu parecida(o) comigo..

16°- Corrija tdu o que a pessoa escrever errado i chama ela de burra...

17°- Combine com um amigo(a) de fik entrando e saindo vc com a frase: Olha ele!(ela) i ele(ela) com a frase: olha ela(ele).

18°- Fla pra pessoa que precisa fla com ela e fik chamando a atenção dela sem parar ate ela te responder quando ela responder vc pergunta: Você ja foi no banheiro hj?

19°- Mude a fonte da sua letra pra symbol i fik conversando com a outra pessoa sem para.

20°- Faça qualquer coisa pra pessoa fla: P/ de fla besterira ou cala boca! Dps responde ela assim: não to falanto to escrevendo dããããããããããhH.
21°- Fle oi pra pessoa provavelmente a pessoa vai fla oi e pergunta se ta tdu bem... vox responde que xinhe e depois fla oi de novo i começa a conversa denovo.

22°- Conte uma piada mtu idiota e ri de vc mesmo(a) quando a pessoa te responder ai vc fla ta vc ta rindo do que? OU Agora vc me explica pokê nO tendi a piada!

23°- Mande uma corrente pra ela e fla pelo amor de deus reapassa inclusive pra vc,quando ela passa vx diz: Que infantil,você ainda acredita nessa brincaderias...?

24°- Se despede da pessoa e depois de um tempo se despede denovo i fica fazendo isso até ela kerer te mata.

25°- Fla pra pessoa que ta doente e quando ela pergunta porque responde: Porquê ainda perco meu tempo com vc nO msn.

26°- Pergunta pra pessoa se ela tem msn! Quando ela responde ai vc complementa escrevendo: Então me add la´pra nois conversa... >.<'

27°- Escrever em ingles

28°- escrever com uma letra muito chata

29°- Tdu que ele(ela) escreve reponde não tendi!

30°- Fala que não tem msn,e pedir pra pessoa fazer um pra você.

31°- Começa um assunto mtu serio e du nd fla pra pessoa esperar que vc ker caga!

32°- Repete tudo que a pessoa escreve pra vc.

33°- Faça um pergunta a pessoa e quando ela responde fik perguntando denovo e usa a desculpa que fecha a janela sem querer.

34°- Escreve um monte de palavrão i quando a pessoa escreve um pra vc, vc responde meu para de escreve palavrão ki coisa feia!

35°- Inicia uma conversa com a palavra NÃO i quando te perguntarem não o que vc responde Não ai a pessoa vai pergunta denovo ai vc reponde Não sei não ii vc!?

36°-Diga OI TUDO BEM com a pessoa e quando ela responder q sim . diga Haah QUE PENA..
37º-Pergunte a pessoa se ella tem Orkut se ella responder q sim!! diga pow então me add ai no twitter.. kkkkk

38°-Fique entrando e saindo do msn com TÔW DE SAÍDA PESSOAL NO sub..

39°- Pergunte se alguem(que vc sabe que seja safaduh) se ele(ela ker flar de coisas picantes... provavelmente irá reponder xinhê ai vc responde: Ker falar de Pimenta ou abelha!

40° - Pegunte algo pra pessoa e quando ela responder de escreve.. I eu com isso....

41° - Escreva que aconteceu uma tragédia,e quando vieram te pergunta vc responde um bobo caiu nessa brincadeira

42° - Ecreve que vc coloco um piersing,quando a pessoa pergunta onde vc responde onde o que? ela vai escrever: onde vx colokou o piersing? vc responde: Que piersing dá brisada(o)?

43° - Escreve pra pessoa: Nem te conto, quando ela pergunta o que vc responde: se eu escrevi nem te conto nãO vou te conta.

44°- Quando a pessoa pergunta se vc ta bem reponde... Agora que vc ta akiê nãO.

45°- Entre com o seguiente sub nick! Sou pobre nO tenhu msn,falando nisso me add ai no msn! ...

46°- Quando alguem escrever algo do tipo: Vou bebe agua ou vou come algo vc responde: Traz pra mim tbm. Depois a pessoa nO vai trazer(obivio) a vx começa a briga com ela infurecidadmente...

47°-Coloke nO seu nick! Eu sei parecer um fantasma Ó. Depois vc colok seus status como Off. Um monte de gente vai vim te chama de retardado.

48°- Fla pra pessoa assim: Mancada nem fla maiz com eu e quando ela te responde se fla mentira,pq nois ta escrevenduh nO falanduh!

49°- Pergunta pra pessoa que dia é hoje e que horas são,como explicação pra nãO saber vc diz que seu pc ta desligaduh e que nãO da pra vc ver as horas....

50°-Fla pra pessoa que vc descobriu que ela nãO é virgem,quando ela pergunta pq vc diz pokê vc é de otru signo.

51°- Mande winks desesperadamente, ou todos os seus emoctions disponiveis >_<

Depoimento Lindo de Amor

Quando você dormir
Se não estiver com sono posso fingir
Quando você acordar
Serei o primeiro a te olhar


Quando você cair
Eu irei lhe levantar
Na jornada da vida
Estarei a lhe acompanhar


Quando você chorar
Serei quem enxuga suas lágrimas
Quando você sorrir
Tua alegria quero sentir


Quando você dançar
Quero ser o seu par
E na sua boca
Eternamente beijar


E se quiser
Com você quero casar
E mesmo que partir
Vou eternamente lhe amar 
           Muitas Vezes as pessoas mandam esses tipos de depoimentos mais raras vezes os cumprem.. :/

Dia 7 de Outubro..

                                                     7 DE OUTUBRO

Era dia 7 de outubro, Ana se lembrava bem. Como em todos os outros dias, ela se levantou, entrou embaixo do chuveiro, lavou seus cabelos, colocou uma roupa, comeu algo e foi pra escola. Quando a garota chegou em casa, abriu seu MSN. Um convite novo. ‘Aceite’, pensou ela. Foi por sua intuição, sempre ia. Era um garoto, chamado Bruno. Os dois começaram a conversar. Com o tempo descobriram que gostavam das mesmas bandas, das mesmas comidas, do mesmo tudo.Tinha quase tudo em comum, exceto uma coisa: a cidade. O garoto morava em Londres. A garota, em Bolton, uma pequena cidade ao sul da Inglaterra.Eles começaram a conversar mais e mais. Cada dia mais, cada vez mais. A mãe de Ana achou que estava viciada em internet, o que realmente estava. Ela estava certa, Ana não podia contrariá-la. A garota era apenas muito preocupada com seu futuro, não deixava de fazer lições de casa para entrar no computador. Mas assim que acabava, ligava logo o aparelho.Era também o caso de Bruno. O garoto sempre que chegava da escola deixava o computador ligado, com o Messenger aberto. Desligava a tela do computador, e fazia a lição. Sempre tinha pouca, então ficava esperando Ana, até 6 da tarde, que era quando a garota entrava, mais ou menos.Os dois começaram a conversar aos 17 anos, e foi assim. No começo dos 18 anos, aconteceu a coisa mais esperada pras amigas de Ana (sim, porque as amigas sabiam de tudo, e esperavam há cerca de 9 meses algo acontecer): Bruno a pediu em namoro.E foi assim, se conheceram por um computador, namoravam por um computador. O que os dois tinham era maravilhoso. Uma coisa que as amigas de Ana jamais haviam experimentado, ou ouvido falar. Nem mesmo na ‘vida real’. Eles confiavam um no outro mais que qualquer casal que todas as amigas de Ana já tinham visto, ou ouvido falar. Isso requer, realmente, muita confiança. E eles se amavam. Quando as amigas de Ana passavam o dia na casa da garota, elas viam a conversa. Elas conseguiam sentir o amor.

Eles estavam completa e irrevogavelmente apaixonados. Não havia nada que mudaria aquilo. O tempo passou, os dois ficavam mais apaixonados a cada dia (o que ia totalmente contra as idéias de Marcela, amiga de Ana. A garota pensava que a cada dia que se passasse, a tendência era o amor se esvair. Eles provaram que estava errada). Todo dia de manhã, na hora da aula dos dois, Bruno ligava para a garota. A acordava, para começarem o dia com a voz um do outro. Um dia o garoto apareceu com a boa notícia: ele conseguiria ir para Bolton. Passaria um dia lá, pois viajaria.

Eles se encontraram à noite, em frente à ex-escola de Ana. Ela conversou com o garoto. Ana não quis beijá-lo.

- Vou ficar dependente de você. Sei que você é uma droga pra mim, é viciante. Então se eu te beijar hoje, não vou conseguir ficar mais um minuto longe de você. A gente vai se reencontrar. E ai, vamos ficar juntos pra sempre.Ela disse e o abraçou. Com mais força do que já abraçou outra pessoa. E o garoto se contentou em encostá-la. Ele sabia que o que Ana estava falando era verdade. Eles IRIAM se encontrar. E IRIAM passar o resto da vida juntos. Ele tinha certeza que ela era o amor da vida dele. Bom, agora a ‘maldita inclusão digital’ se transformou na melhor maldita inclusão digital.

O tempo passou rápido quando eles estavam juntos. Se divertiram muito, e Bruno gostou da simpática cidade da sua namorada. Ele foi embora no dia seguinte, cedo demais para conseguirem se despedir.

O tempo passou, e o amor dos dois só ia aumentando. Passaram-se 6 meses desde que Ana tinha conhecido seu namorado pessoalmente, e Marcela ainda não entendia por que eles não tinham se beijado.

- Any, você já parou pra pensar que pode ter sido uma chance única?! Você foi idiota, você sabe disso, né? – A garota dizia, sempre culpando Ana.Mas ela sabia o que era melhor pra ela. Já tinha cansado de explicar para Marcela. Não explicaria mais uma vez. Haviam 9 meses que os dois namoravam, e um ano que se conheciam.

Eles se amavam muito, mais que qualquer pessoa que as amigas e amigos do casal já tinha visto. Um dia, Bruno apareceu com a notícia: ele conseguiu uma bolsa em uma faculdade em Bolton, e se mudaria para a cidade tão desejada.

Ana se chocou com isso. Por semanas se perguntou se sacrificaria o tanto que o garoto iria sacrificar por ele. Mas ela não era a maior fã de pensamento. Isso a fez mal.

- Any, deixa de ser besta. Você o ama, até eu posso perceber isso! E você sabe, eu não sou a pessoa mais esperta do mundo. – Marcela disse, encorajando a amiga.

- Eu sei, Marcela, mas... Ele tá desistindo da vida toda dele em LONDRES pra vir pra BOLTON! Por mim! – Ana disse – E pela bolsa que ele ganhou na faculdade, mas é mais por mim, ele me disse.

- Ana, presta atenção. – Ana olhou pra amiga. – Você não sabe quantas meninas invejam você. Não sabem mesmo. Eu, por exemplo, te invejo demais. Daria qualquer coisa pra ter um namorado como o seu. Vocês confiam tanto um no outro, e se amam tanto. Eu tenho até nojo de ficar no quarto com você quando você ta conversando com ele. É um amor que se espalha no ar, que nossa senhora! Eu consigo sentir os coraçõezinhos explodindo pelo quarto. Ai fica tudo rosa, e você fica com uma cara de sonho realizado pro computador! Any, pára de subestimar o que você tem. Deixa de ser idiota.

- Você é um amor, sabia? Marcela, não sei. Não dá. Eu não desistiria de tanto por ele, e eu acho injusto ele desistir de tanto por mim.

Marcela bufou. Porque a amiga tinha que ser tão burra?

Meses se passaram, o tempo passava rápido. Ana não terminaria o namoro por messenger, frio demais. Ela esperaria o namorado chegar.

A garota tentava adiar o máximo possível, por mais que quisesse ver o garoto de novo. Ele tinha um cabelo lindo, e olhos mais ainda. Ana conseguiria ser invejada por todas as garotas da cidade se fosse vista com ele. Mas ela não queria inveja. Queria seguir o seu coração.

Quanto mais Ana queria adiar a situação, mais as horas corriam, e com elas os dias, as semanas, as quinzenas, os meses. O ano.

Chegou o dia; Ana esperou o seu futuro-ex-namorado onde se encontraram meses atrás.

Ela negou o beijo mais uma vez. O namorado ficou sem entender, mas aceitou.

- Olha, eu tenho que conversar com você.- Diga. – Bruno sorriu.

- Quando você me disse ‘Vou me mudar pra Bolton’, eu fiquei feliz. Mais feliz que já fiquei há muito tempo. Mas depois eu comecei a pensar se faria o que você ta fazendo por mim. Você desistiu de toda sua vida em Londres, Bruno.

- Eu sei. Pelo melhor motivo na face da Terra.

- Não, não é. Eu sinto que eu não to sendo justa com você. E sem ser justa com você, eu não sou justa comigo. Eu não sei se eu faria o que você fez. Eu acho que não. Eu sou egoísta demais, eu não sei. Não quero mais ser injusta com ninguém, não quero dormir pensando isso. Há meses eu penso nisso, e fico com peso na consciência. E, de verdade, eu não sei se seu amor é o suficiente pra mim. – A garota disse e virou as costas. Foi andando para a sua casa. E ao contrario de momentos tristes clichês (n/a: eu odeio clichês), não estava chovendo. O céu estava azul, o sol brilhava, como raramente acontecia em Bolton. Mas o que estava dentro de Bruno (e de Ana) não era assim tão brilhante.

Para Ana chegar em casa, tinha de passar pela frente da casa de Marcela – era esse o motivo de um sempre estar na casa da outra; elas moravam lado a lado. A garota passou correndo, chorando, enquanto Marcela estava na janela. Marcela saiu correndo de casa – ignorando completamente o estado critico em que se encontrava: blusa dos ursinhos carinhosos, cabelo preso em um rabo-de-cavalo mal ajeitado, short curto de florzinhas e pantufas do tigrão – indo logo para a casa da amiga. Ela bateu a campainha, e a mãe da amiga atendeu. Disse que podia subir as escadas, Ana estava em seu quarto.

Marcela subiu correndo, tropeçou, quase caiu 3 vezes – ‘Malditas escadas enormes’, pensava – mas chegou ao quarto em segurança (lê-se sem sangue escorrendo pela cara).

- Any! O que foi, amor? – A garota encontrou a amiga deitada, chorando em sua cama.

- O Bruno! – Ana não conseguia falar direito. Por essa mini-frase Marcela tinha entendido. Não tinha mais Ana e Bruno pra sempre e sempre e sempre e sempre. Agora era Ana.

A garota aprendeu a viver com a dor. Passaram-se 5 anos, Bruno estava formado em direito, era um advogado de sucesso, ainda morando em Bolton – nunca largaria a cidade que abrigava seu, ainda, maior amor. Ana era uma fotógrafa de sucesso, ganhava a vida fotografando famosos de todo mundo – mas não saíra de Bolton também, amava a cidade com todas e cada fibra de seu ser.

Bruno era melhor amigo de Ana, Ana era melhor amiga de Bruno. Ana tinha um noivo, um executivo de sucesso, que vivia de Londres pra Bolton, de Bolton pra Londres. Já Bruno sabia: por mais que tentasse achar alguém igual à Ana, não conseguiria. Só ela seria o amor da sua vida, que ele amava excepcionalmente. Nunca iria mudar.

Ana iria passar algum tempo fora da cidade, iria para a capital, fotografar uma banda inglesa. Iria dirigindo à Londres – depois de tanto custo para tirar a carteira de motorista, agora queria mostrar ao mundo que tinha um carro e sabia guia-lo.

Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno.

Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele.

Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele.

Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o rosto e braços – as únicas partes de seu corpo que estavam aparentes. Ele chorou. Não queria ver a pessoa que ele mais amava em todo o universo daquele estado. ‘Frase clichê’, pensou, ‘mas porque não eu?’. As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer.

Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia.

- Ah, cara... – Ana chegou se lamentando.

- Que foi, Any? – Bruno sorriu.

- Eu tenho que escolher o que eu vou fazer da vida, mas... É difícil demais!

- Eu sei bem como é... Porque não tenta fotografia? – Bruno apontou para a máquina digital, que agora estava nas mãos da garota. – Eu sei que você adora tirar fotos.

- Bruno, sabia que você é um GÊNIO? – Ana sorriu e abraçou o melhor amigo. SEU melhor amigo.

Se ele não tivesse sugerido o curso, Ana não estaria no hospital à essa hora. Os pensamentos profundos do garoto foram cortados quando a porta se abriu, fazendo o garoto estremecer.

- Ah, que susto, doutor. – Bruno se virou.

- Desculpe. Você é Bruno, certo?

- Certo.

- Bom, você tem bastante contato com Ana, certo? – Bruno balançou a cabeça positivamente. – Nesse caso, eu sinto muito. Para sobreviver, a Ana precisaria de um coração novo.

A lista de espera por um coração é grande, e não sei se ela conseguirá sobreviver até chegar sua vez de receber um novo coração.

Como poderia viver em um mundo sem Ana?! Saiu do lugar. Não podia esperar as coisas acontecerem, e ele ser egoísta e ficar em seu mundo, fumando até Ana ir pra outro lugar. Ele pegou um papel, uma caneta e escreveu um endereço, e um horário, uma hora depois daquilo. Entregou para o noivo de Ana, que agora estava na sala de espera.

- Já foi vê-la? – Perguntou Bruno. O noivo negou com a cabeça.

Ele saiu andando, saiu do hospital. Foi para seu escritório, pegou 3 papéis grandes e digitou 3 cartas. Uma para os pais. Uma para Ana. E uma sobre os desejos que tinha.Ele tomou um remédio depois disso. E dormiu, lenta e serenamente, dormiu. Não acordaria mais. Quando o noivo de Ana chegou, encontrou Bruno deitado no chão, sem pulso. Estava morto. Em cima da mesa, 3 cartas. Um recado para ele: "Eu não gosto de você. Nunca vou gostar. Mas mesmo assim, você tem que fazer algo que não poderei fazer. Leve meu corpo para o hospital, com essa carta em cima dele. A carta que está em cima das outras. Após isso, entregue a segunda carta para Ana quando ela acordar. E quando a noticia da minha morte chegar, entregue a terceira para os meus pais."Assim acabava a carta. Felipe não acreditava no que lia. Não acreditou, e nem precisava. Correu para o hospital em seu carro. Ele entregou a carta e o corpo do homem, que agora estava ainda mais branco. Aconteceu na hora; o coração dele foi tirado e levado para Ana. Quando ela acordou, não muito depois, viu os pais dela, seu noivo e os pais do namorado de 6 anos atrás. Eles sorriam e choravam; ela não entendeu. Foi quando viu a carta com a letra dele, escrito o nome dela. Ela pegou a carta e leu, então. "Meu amor, bom dia. É hora de acordar. Eu não pude te ligar hoje, você estava ocupada. Por isso deixei essa carta. Sabe, eu não vou estar ai por um bom tempo, as pessoas sabem quando a sua hora chega. E eu aceitei a minha com a mesma felicidade que eu tinha quando te vi na frente da sua escola. A minha hora chegou quando seu fim estava próximo.Eu te prometi que te protegeria de tudo e qualquer coisa que acontecesse, e mesmo sem chamar, eu estive lá. Desta vez não me chamou, quis resolver sozinha, eu não podia deixar. Eu resolvi dar um fim então. Eu estava ficando cansado, o trabalho pesava demais. Mas porque agora? Eu não sei. Mas não teria sentido eu viver em um mundo que você não existe. Então eu decidi ir antes e ajeitar as coisas. Pra daqui a alguns anos nós conversarmos aqui na minha nova casa. Agora eu tenho que ir, meu amor. Esse coração no teu peito, esse coração que bate no teu peito. É o mesmo coração que está inundado do amor que você disse não ser o suficiente. É o mesmo coração que lhe dava amor todo dia. Por favor, cuide bem dele. Agora eu preciso ir, preciso descansar um pouco. Eu vou estar sempre contigo. Eu te amo! PS: Não sei se vou conseguir te acordar amanhã. Você me perdoa por isso?"Então ela chorou. Chorou e abraçou os pais, os pais dele. Chorou como nunca, e tremia por tantas emoções passarem por seu corpo. Ana encarou o noivo. Terminou o noivado naquele dia. Não adiantava esconder algo que estava na cara: ela amava Bruno, e seria sempre o SEU Bruno. ELE era o homem de sua vida, não Felipe. O homem que sempre esteve lá, amando-a ao máximo. Em qualquer momento.Ela chorou muito, e seguiu a vida. Todos os dias ela lembrava de Bruno. Viver em um mundo sem ele não fazia sentido. Mas não desperdiçaria todo o amor e que estava dentro dela. Ela podia sentir seu coração batendo. Ela lembrava a cada momento, que mesmo separados eles estavam juntos. Mas apenas uma coisa fazia seu coração se apertar, se contorcer de dor. Que fazia uma lágrima se escorrer sempre que pensava nisso.Ela sentia falta daqueles beijos. Dos beijos que foram negados. Mas ela foi feliz. Morreu com seus oitenta e tantos anos. Mas era sempre feliz. Afinal, o coração do homem de sua vida batia dentro dela.

Fiquei popular no primeiro dia de aula..

“Fiquei popular no primeiro dia de aula”

Era meu primeiro dia de aula numa escola nova e era aula vaga. Como a quadra estava vazia e aberta, decidi me pendurar na trave, só pra fazer graça com os meninos. 

Quando subi, ela começou a desmontar e caiu em cima de mim! A escola se mobilizou até a quadra para ver o que estava acontecendo! Ai todo mundo começou a gritar: "Aêêê"!!! 

Saí de cabeça baixa, dando risada e entrei no banheiro, sem saber com que cara ia sair de lá!!! Até que um menino entrou no banheiro e disse:"É melhor você ficar por aqui, porque a escola inteira está lá fora te esperando pra saber o que aconteceu...". 

Agora, toda vez que eu estou andando no pátio, sempre tem um engraçadinho que vira e diz: "Olha aí a menina que derrubou a trave! Caramba! Já no primeiro dia destruindo a escola?". 


Que mico!!! 
Mico no baile de formatura

Formatura da minha mãe e eu, lógico, dei aquela caprichada no visual. Chegando na festa comecei a procurar um garoto mais “arrumadinho”. 

Não demorou muito, dei de cara com o mais gato da festa. Fiquei de longe só observando, até que ele percebeu que estava sendo admirado. 

Depois de mais ou menos uma hora, regada a muitas bebidas, comecei a dançar e provocar o gato. Não deu outra, ele começou a dançar perto de mim! 

Ele me chamou num canto, começou a me xavecar e me deu um beijo daqueles, descemos até o estacionamento da festa. 

Quando já estávamos no maior amasso, meu tio apareceu e falou: "Sobe rápido, porque todo mundo está te procurando e seu pai está muito bravo !". 

Fui subindo de mãos dadas com o menino, mas meu pai apareceu no meio do caminho!!! 

Ele fez o maior escândalo e quebrou o copo no muro!Todo mundo olhando! 


Já no fim da festa, o garoto mandou o telefone dele através do garçom e... conversa vai, conversa vem, começamos a namorar!!! 

Mico com o final feliz!!! 

Presente infeliz

Presente infeliz 
Eu adorava um garoto da minha rua e, no aniversário dele, resolvi comprar um presente bem legal para impressionar. Gastei toda a minha mesada num tênis, fiz um pacote lindo e levei para o menino. Ele abriu feliz da vida e, quando viu, começou a gargalhar. O menino estava calçando um tênis igualzinho e disse que já tinha comprado há uns seis meses. Eu nem tinha reparado! Isso que dá ser desligada!

Que Micooooo ! KKK'

Aqueles Micos ..

Aqui serão postados muitos micos :p